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Avaliação do Grau de Inovação Organizacional – Q.D.I. ®

Modelo de Avaliação do Grau de Inovação Organizacional® e o Questionário Diagnóstico de Inovação – Q.D.I. ®

lampadas-voando.jpgModelo de Avaliação do Grau de Inovação Organizacional ® e sua  ferramenta diagnóstica – o Questionário Diagnóstico de Inovação – Q.D.I. ® - avalia de que forma empresas dos mais diversos setores promovem  o desenvolvimento de sua capacidade inovadora  através dos modelos e rotinas organizacionais adotadas na gestão de seus recursos intelectuais, financeiros, tecnológicos e humanos.

O Modelo de Avaliação do Grau de Inovação Organizacional® se constitui em um sistema flexível a ser adaptado a cada empresa, subsidiária, afiliada, unidade de negócios ou departamento sob análise, considerando-se suas especificidades e características organizacionais, o seu ambiente interno e externo, e os mercados a que atende através de seus serviços e produtos.  Este Modelo busca identificar os principais fatores facilitadores e  restritivos  à inovação dentro de suas realidades organizacionais e mercadológicas específicas, e analisar as relações de interdependência e inter-conectividade entre os fatores críticos para os processos de inovação nestas  empresas.

Aplicação:

O processo consiste na aplicação de um software - o Q.D.I.® - Questionário Diagnóstico de Inovação® - que avalia fatores críticos para os processos de inovação tais como a capacidade da empresa de identificar suas competências essenciais e conhecimentos críticos ao negócio, estabelecer e gerir relações de cooperação e colaboração com outros agentes de sua rede de valor, monitorar o ambiente externo para identificar fontes de inovação, identificar oportunidades para capturar conhecimento e desenvolver habilidades proprietárias aos seus negócios, reter pessoas que tenham conhecimento estratégico, integrar os fluxos de informações para organizar o conhecimento corporativo por meio de recursos tecnológicos, criar uma cultura inovadora e empreendedora, dentre outros fatores que possam afetar a capacidade de inovação, aprendizagem e competitividade da organização.  Também é  avaliada a forma como a empresa gere a dimensão humana na criação do conhecimento, aprendizagem e cultura organizacional para sustentar os processos de inovação.   

O Modelo avalia 19 indicadores, considerados fatores críticos para os processos de inovação organizacional, a saber: Estratégia e Visão Organizacional; Cultura e Valores Organizacionais; Papel e Estilos das Lideranças; Estrutura e infra-estrutura organizacional; Mapeamento de conhecimentos estratégicos: competências organizacionais e individuais; Compartilhamento e Criação de Conhecimento, e Aprendizagem Organizacional; Gestão de acordos colaborativos: aquisição de conhecimentos externos; Sistemas de comunicação e informação; Geração de idéias e Criatividade; Sistemas de Gestão de Idéias; Modelos de gestão de pessoas: avaliação de desempenho, sistemas de  reconhecimento, promoção – cargos e carreira, recrutamento e seleção, retenção de talentos, desenvolvimento de competências para a inovação – Programas de Capacitação; Empowerment e autonomia para inovar; Modelos de trabalho colaborativo; Intra-empreendedorismo; Monitoramento do Capital Humano na rede de valor; e as principais barreiras à inovação.

O Q.D.I.® também avalia o nível de relevância de cada indicador na opinião do gestor-respondente, considerando-se sua realidade organizacional específica, os fatores críticos de sucesso para seu negócio e o mercado no qual a empresa atua.   A avaliação do nível de relevância permite que se compare a percepção do gestor sobre a importância das rotinas e sistemas sob análise para os processos de inovação organizacional, com as práticas efetivamente adotadas pela empresa no que tange cada um dos indicadores.

Portanto, por meio da aplicação do Q.D.I.® são analisados de que forma as estratégias, objetivos, metas, cultura e valores organizacionais, os recursos estruturais e infra-estruturais, e os modelos de gestão de pessoas, de negócios e sistemas administrativos podem atuar como forças impulsionadoras ou restritivas à  inovação organizacional.

Análise dos Resultados

Com base em uma análise quantitativa e qualitativa, os resultados são apresentados por meio de uma representação gráfica (análise quantitativa)  e em forma de relatório (análise qualitativa).  O relatório objetiva identificar como acontecem os processos básicos de inovação dentro da empresa, avaliando em que grau as rotinas, sistemas e práticas organizacionais fomentam a inovação, e explora as ligações mais eficientes e eficazes entre os processos, a estrutura e a cultura organizacional, as oportunidades existentes para a empresa em seu segmento específico de atuação, as características de inovação tecnológica e o ambiente competitivo e de mercado no qual a organização opera.

 

Avaliação do Grau de Inovação de uma Empresa do Setor Petroquímico

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Esta avaliação, foi realizada em uma empresa do setor Petroquímico em 2007.  De acordo com os resultados obtidos por meio da aplicação do Modelo de Avaliação do Grau de Inovação Organizacional®, verificou-se que a empresa adota somente 64% das rotinas, práticas e sistemas que potencializam o grau de inovação na organização.   Os resultados sugerem que o fator restritivo mais crítico refere-se à autonomia concedida aos funcionários e colaboradores para inovar por meio da resolução criativa de problemas. Isto parece ter um impacto significativo na capacidade de aprendizagem organizacional da empresa.  Outros fatores que parecem restringir a capacidade de inovar da organização encontram-se nos modelos adotados na gestão de seu capital humano.

Estudos de Casos de Empresas Brasileiras

Desde o início de 2006, o Q.D.I.® foi aplicado em 38 empresas do setor público e privado, de diversos portes e que atuam em setores variados, como tecnologia da informação, alimentos, automotivo, esportivo, mineração, produtos industriais, petroquímica,  comunicação, seguros, dentre outros. 

Verificou-se, a partir deste estudo, que 88% das empresas analisadas indicaram que o papel das lideranças e os sistemas de avaliação de desempenho, reconhecimento e promoção adotados atuam como fatores restritivos à inovação nas organizações.   Outro desafio encontrado por 82% das empresas estudadas refere-se à capacidade de reter os funcionários que detêm conhecimento estratégico para o negócio. Além disso, 76% da empresas analisadas não mapeam adequadamente quais são os conhecimentos e competências essenciais para a sustentabilidade do negócio no presente e no futuro.  Outros fatores restritivos identificados, compartilhados pela maioria das empresas estudadas, indicam que estas não capacitam as pessoas adequadamente para que se tornem mais empreendedoras e inovadoras; não concedem autonomia para que os colaboradores atuem pro-ativamente na identificação de problemas e no desenvolvimento de soluções inovadoras;  não possuem uma cultura organizacional que propicie a inovação; e não tem um sistema que possa identificar e avaliar idéias e desenvolver projetos inovadores de funcionários e colaboradores (vide gráfico abaixo).

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Uma das empresas analisadas comenta de que forma o estudo realizado apoiou o desenvolvimento de estratégias mais competitivas para seu negócio.  “Esta avaliação nos auxiliou a identificar as principais barreiras à inovação e a elaborar novas estratégias, políticas, sistemas e práticas organizacionais na gestão do nosso Capital Humano mais consistentes com o propósito da inovação.”  afirma Francisco Ferreira, sócio da Milestone, empresa da área de tecnologia da informação especializada em gestão de conhecimento e competências, sediada no Rio de Janeiro.   “Enfim, nos auxiliou a incorporar a gestão do Capital Humano enquanto um processo sistemático a fim de buscar rapidamente novas soluções para o mercado e, assim, atuar mais competitivamente nos atuais e futuros cenários.” complementa. 

Analisar os processos de inovação de uma empresa é um grande desafio uma vez que estes diferem de acordo com o setor no qual a empresa atua, seu campo de conhecimento, seu tamanho e porte, estratégia organizacional, tipo de inovação, estágio de amadurecimento e cenários históricos, econômicos, políticos e sociais, tendo assim, um caráter essencialmente contingencial. 

No entanto, os estudos realizados até o momento, indicam que os prinicipais fatores restritivos à inovação nas organizações estão fortemente correlacionados aos modelos de gestão adotados, a saber, às práticas de gestão de pessoas, processos e recursos organizacionais. Dentro deste contexto, é necessário que os gestores desenvolvam uma clara compreensão da dinâmica dos processos da gestão da inovação dentro de suas organizações de forma a promover o desenvolvimento de sua capacidade inovadora, e que incorporem a gestão estratégica do Capital Humano e de seus ativos intangíveis em seu repertório de práticas administrativas para que possam desenvolver seu potencial inovador e atuar competitivamente nos atuais e futuros cenários. 

Entre em contato conosco para obter mais informações sobre a aplicação do Modelo de Avaliação do Grau de Inovação Organizacional® :  qdi@inei.org.br

 

 

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