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Executive Marketing Summit discute tendências dos processos de marketing no país
 
SENAI e SESI lançam Edital de Inovação 2012
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Social da Indústria (SESI) lançam o Edital SENAI/SESI de Inovação 2012 na próxima segunda-feira (2/4), às 14h, através de videoconferência a ser realizada no Auditório José Flávio Costa Lima, na Casa da Indústria, sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). A edição 2012 do edital prevê movimentação de R$ 70 milhões em recursos, entre contrapartidas financeiras e econômicas, oriundas do SESI, SENAI e CNPq. O Edital SENAI/SESI de Inovação visa atender empresas que valorizam o poder transformador de boas ideias, oferecendo apoio à promoção de pesquisa, desenvolvimento de processos e produtos e tecnologias sociais. A iniciativa é uma ação de abrangência nacional voltada aos departamentos regionais das duas instituições , envolvendo suas unidades e profissionais em parceria com o setor industrial. Em 2011, foram disponibilizados R$ 23,5 milhões em recursos, que contemplaram 98 projetos em todo o país. A expectativa para 2012 é de que cerca de 130 projetos sejam atendidos. O Edital de Inovação é uma fonte de subvenção, ou seja, trata-se de edital de fomento não reembolsável. Os subsídios podem ser voltados para projetos do SENAI e do SESI, com recursos de até R$ 300 mil, ou para projetos híbridos SENAI/SESI, com recursos de até R$ 400 mil, sempre em parceria com uma empresa do setor industrial. O Edital tem ainda como proposta, despertar a cultura da inovação na indústria brasileira, estimulando a habilidade de desenvolver projetos de pesquisa nas entidades do SENAI e do SESI. Serviço Lançamento do Edital SENAI/SESI de Inovação 2012 Data: 2 de abril (segunda-feira), às 14h Local: Auditório José Flávio Costa Lima – Casa da Indústria (térreo). Av. Barão de Studart, 1980 – Aldeota.
Comissão discute novas normas sobre gestão da inovação
O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) sediou na quinta e sexta-feira (29 e 30) uma reunião da Comissão de Estudo Especial de Gestão da Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) ABNT CEE-130. Formado por representantes de empresas, centros de pesquisa e organizações da sociedade civil de diferentes estados do Brasil, o grupo se encontrou em Curitiba para elaborar o texto base da norma “130:000.00-002 – Diretrizes para elaboração de projetos de PD&I”. Segundo Paulo Roberto Santos Ivo, do Instituto de Pesquisas Eldorado (que participa das reuniões da comissão desde sua criação, em 2001), a nova norma serve de guia para que as pequenas e médias empresas desenvolvam projetos inovadores com uma metodologia bem definida. “Nós tentamos dar esse caminho para a inovação, que é a peça-chave para que o Brasil supere suas deficiências em infraestrutura e educação e se torne mais competitivo no mercado global”, disse. “Esta é uma ferramenta importante para que as empresas melhorem seu desempenho em atividades de PD&I, com mais controle de seus investimentos em inovação e, consequentemente, diminuindo os riscos inerentes”, explicou o diretor-presidente do Tecpar e coordenador da comissão, Júlio C. Felix. A previsão é de que a norma seja disponibilizada no site da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para consulta pública ainda no mês de abril. O texto final será publicado após as contribuições da sociedade. Assim como a outra norma elaborada pela comissão, ABNT NBR 16501, publicada em dezembro de 2001, esta não tem caráter obrigatório – são diretrizes para empresas de qualquer porte e ramo de atividade desenvolver projetos de PD&I. Junto com a nova norma, será lançada uma terceira sobre terminologia, para facilitar a compreensão dos textos. Para complementar o trabalho, a comissão estuda ainda a elaboração de uma outra norma sobre vigilância tecnológica, ainda sem data prevista. Na avaliação de Fabrício Martins, da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do de Minas Gerais, o desafio é reunir as experiências dos diversos atores envolvidos na elaboração da norma – empresas, consultores, agentes governamentais – e difundir a informação. “A inovação é um grande mistério para as pequenas e médias empresas e universidades do interior do Brasil. Essas normas ajudarão muito pesquisadores e empresas que estão entrando nesse universo agora. Eles terão as diretrizes mínimas para a criação de um projeto bem estruturado que facilite a busca de fomento, financiamento e o desenvolvimento com recurso próprio”, disse Martins. Segundo a assessora para a unidade de inovação e tecnologia do Sebrae, Hulda Oliveira Giesbrecht, a entidade vai formatar cursos e consultorias para auxiliar os empresários no entendimento e aplicação das normas. “As normas técnicas auxiliam as empresas a inserir práticas para inovar continuamente, porque o processo de inovação não é estanque. Deve-se melhorar processos sempre tendo uma postura inovadora”. ABNT – O acervo da ABNT tem aproximadamente 9 mil normas técnicas. São padrões que no passado eram mais voltados à conformidade de produtos, mas atualmente abrangem também serviços, processos e procedimentos das diversas áreas do conhecimento. Normalmente, a elaboração de uma norma começa com uma demanda da sociedade à ABNT, que, a partir daí, constitui comissões de estudos para a sua produção. O secretário executivo da comissão, Eduardo Silva Lima, explica que esse tipo de grupo é aberto ao público e reúne todas as partes interessadas. Segundo ele, normas nacionais podem ser internacionalizadas por meio de sugestão à Organização Internacional de Normatização (ISO). “É o caso do que vai acontecer agora com as normas de PD&I”, afirmou. A ISO reúne representantes de 170 países. Após o pedido de internacionalização de uma norma, a entidade nomeia um comitê composto por representantes de países interessados, que cumprem um rito de análises e correções do texto, levando em média três anos até a publicação. Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=68341&tit=Comissao-discute-novas-normas-sobre-gestao-da-inovacao
Finep deve obter mais R$ 6 bilhões para investir em inovação
O governo deve autorizar um repasse de até R$ 6 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), por meio do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). No ano passado, quando houve o primeiro repasse, a Finep recebeu R$ 3,750 bilhões do BNDES e contratou integralmente esse volume. O ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, já conversou sobre esses recursos com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A Finep tem uma carteira de projetos em análise na ordem de R$ 5,7 bilhões, herdados de 2011, que poderão ser financiados, caso se concretize a transferência desses recursos. As linhas do PSI operadas pela Finep são oferecidas com taxa de juros de 4% a 5% ao ano, dependendo do projeto. Com carência de um ano, no mínimo, o retorno dos empréstimos feitos pela Finep às companhias em 2011 começará a ficar relevante na segunda metade deste ano, o que deve fortalecer o capital disponível para financiamentos, afirmou o presidente da Finep, Glauco Arbix. O orçamento da Finep, no ano, conta com R$ 933 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), R$ 220 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e R$ 200 milhões do Fundo de Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel). Entidades e associações patronais assinaram manifesto com críticas ao contingenciamento de verbas do MCTI. Em fevereiro, o governo anunciou a redução de R$ 1,48 bilhão no orçamento da pasta, que passou de R$ 6,7 bilhões para R$ 5,2 bilhões. A Anpei foi uma das signatárias do manifesto. No dia 22 de março, após reunião com 28 empresários de grandes companhias e a presidente Dilma Rousseff, Mantega afirmou que “o avanço em inovação é crucial em momento de crise aguda, e os empresários entenderam que essa é uma prioridade do governo”. Raupp disse que o manifesto mostrou “interesse saudável” dos empresários no papel de liderança do governo em criar condições para o avanço dos investimentos em inovação e ciência. Mas, segundo ele, “é preciso entender que o ministério não é o único responsável pela inovação, que é um tema horizontal”. “O ministério tem o papel de organizar e viabilizar ações transversais no setor público”, apontou o ministro. As principais ações do governo em 2012 para criar um efeito em cascata sobre novas cadeias produtivas, afirmou, não dependem de recursos da Ciência e Tecnologia. Segundo Raupp, a formação de um complexo industrial da saúde, por exemplo, depende do Ministério da Saúde. O fortalecimento do segmento de defesa, por meio do regime especial de tributação do setor, aprovado no ano passado, é uma iniciativa do Ministério da Defesa. “Nosso papel é o de coordenar essas ações”, explicou. (Com informações do Valor Econômico) Fonte: www.anpei.org.br
Plano Brasil Maior - Inovar para Competir
O governo vai conceder R$ 2 bilhões para a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) ampliar a liberação de recursos para projetos empresariais de inovação. Os recursos serão liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do Programa de Sustentação do Investimento, com taxas de 4% a 5% ao ano. A decisão faz parte do Plano Brasil Maior, anunciado na terça-feira (2) pela presidente Dilma Rousseff. O pacote estabelece uma nova política industrial, tecnológica, de serviços e de comércio exterior para o país e garante benefícios para as micro e pequenas empresas, incluindo as áreas de financiamento e exportações. "As medidas apresentadas hoje pelo governo federal irão ajudar no fortalecimento das micro e pequenas empresas no Brasil, principalmente no estímulo à inovação, fundamental para tornar os empreendimentos de pequeno porte mais competivos", avalia o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto. O governo também ampliou de R$ 3,4 bilhões para R$ 10,4 bilhões o orçamento do Programa de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (Progeren), destinado a fornecer capital de giro para as micro, pequenas e médias empresas. Conforme anunciado, os juros são de 10% a 13% ao ano, com prazo de financiamento de 24 a 36 meses. O governo também ampliou de março de 2012 para dezembro do mesmo ano o prazo de vigência da linha de crédito. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as micro e pequenas empresas também serão beneficiadas com financiamento para investimento por meio do programa Revitaliza, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que contará com R$ 6,7 bilhões e incluirá, também, o setor de autopeças. Para as micro e pequenas empresas, os juros serão de 6,5% ao ano. O governo também anunciou a criação do Fundo de Financiamento à Exportação para micro, pequenas e médias empresas (Proex Financiamento). De acordo com o governo, trata-se de fundo privado, criado pelo Banco do Brasil e destinado para empresas com faturamento de até R$ 60 milhões. Terá a União como principal cotista, mas poderá ser integrado por outras instituições, sendo alimentado com retornos futuros. Também foi anunciada a regulamentação da lei 12.349/2010, que define as regras das compras governamentais, e a instituição de margem de preferência de até 25% nas licitações para produtos manufaturados e serviços nacionais que atendam às normas técnicas do país. A margem será definida de acordo com a geração de emprego, renda, desenvolvimento e inovação tecnológica geradas no país. A avaliação do MDIC é de que a medida fortalecerá os micro e pequenos negócios. Ele focará os setores do complexo de saúde, defesa, têxtil e confecção, calçados, tecnologia da informação e comunicação (TICs). Desoneração O plano anunciado envolve diversas medidas de estímulo ao investimento e à inovação. Entre elas estende por mais 12 meses a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre bens de capital, materiais de construção, caminhões e veículos comerciais. Também reduz o prazo de devolução de créditos do PIS-Pasep/Cofins sobre bens de capital de 12 meses para devolução imediata. Na desoneração das exportações institui o Reintegro, programa que prevê a redução de créditos do PIS/Cofins até 3% do valor exportado relativo a "manufaturados acumulados na cadeia produtiva que hoje dão direito ao crédito". Promove ainda a desoneração da folha de pagamento para setores considerados sensíveis ao câmbio e à concorrência internacional e intensivos de mão de obra: confecções, calçados e artefatos, móveis e software. Para isso, o governo reduziu de 20% para zero a alíquota do INSS desses setores e, em contrapartida, "será cobrada uma contribuição sobre o faturamento com alíquota a partir de 1,5% de acordo com o setor". Haverá um projeto piloto nessa área até 2012 e que será acompanhado por um comitê tripartite integrado por governo, sindicatos e iniciativa privada. O plano envolve várias outras ações, incluindo intensificação da defesa comercial do país com medidas antidumping, salvaguardas e compensatórias. De acordo com a presidente Dilma Rousseff, essas iniciativas ajudarão a enfrentar problemas como a crise econômica mundial prolongada e fazer frente à concorrência internacional no mercado interno e externo. "Se não concebemos o desenvolvimento sem inclusão social, também não concebemos o desenvolvimento sem indústria forte e inovadora", disse a presidente. Veja a cartilha do Plano Brasil Maior. Acesse: http://www.brasilmaior.mdic.gov.br/wp-content/uploads/cartilha_brasilmaior.pdf
Abertas as inscrições para o 11º Seed Forum FINEP
Empresas com faturamento de até R$ 16 milhões/ano e que tenham produtos ou processos inovadores podem receber apoio financeiro de investidores anjos. Estão abertas as inscrições para o 11º Seed Forum FINEP. O evento é organizado pela FINEP – Agência Brasileira de Inovação, no âmbito do Programa INOVAR e realizado em parceria com o Instituto Educacional BM&FBovespa, a Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro - REDETEC e a Gávea Angels, com o apoio do BID/FUMIN. Os Seed Foruns são processos de capacitação empresarial consolidados em eventos nos quais os empresários participantes têm a oportunidade de se apresentar para potenciais investidores, como fundos de investimento e investidores anjos. Os empresários selecionados passam por um processo de capacitação em conjunto com a equipe da área investimentos da FINEP, onde serão orientados nos aspectos estratégicos de seu negócio. Neste fórum, se somará ao processo de capacitação tradicionalmente oferecido pela equipe da FINEP um curso de empreendedorismo e negócios. Com isso, os empreendedores selecionados passarão por um duplo treinamento, sem custo algum, permitindo que ao final do processo tenham subsídios para estruturar uma proposta de valor sólida para o investidor. O 11° Seed Forum FINEP será realizado no dia 21 de outubro de 2011 no Rio de Janeiro na Bolsa do Rio. Nestes quatro anos de Seed Fóruns, a FINEP capacitou cerca de 100 empresas, dentre as quais 15% foram investidas por anjos, investidores corporativos e fundos de capital semente. Para participar, é necessário que a empresa esteja em estágio pré-operacional ou operacional com faturamento de até R$ 16 milhões/ano, tenha a inovação como elemento de diferenciação em seu mercado e sede no estado do Rio de Janeiro. A empresa que deseja participar deve enviar à FINEP, através do e-mail [email protected], com cópia para [email protected] , um sumário executivo de uma página (pitch) em formato PDF, de acordo com o seguinte modelo, até o dia 03 de agosto. Lembramos que é fundamental que a empresa preencha todas as informações requeridas no modelo de forma objetiva, consistente e coerente, de acordo com a formatação indicada.
Inscrições para Prêmio Nacional de Inovação 2011
Empresários brasileiros tem até o próximo dia 31 de maio para se inscreverem no Prêmio Nacional de Inovação 2011, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC). A iniciativa reconhece empresas que contribuem para o aumento da competitividade e para o desenvolvimento sustentável do país. A intenção é que o prêmio valorize ideias criativas, o dissemine a utilização de novos produtos, processos e serviços que promovam a melhoria no ambiente organizacional e cultural das instituições. A premiação, aberta a todas as indústrias associadas às federações estaduais, é dividida em quatro categorias: negócios que internalizam métodos, técnicas e ferramentas nas áreas de Gestão da Inovação, Design, Responsabilidade Social e Competitividade. As indústrias selecionadas recebem avaliação do projeto apresentado, com apontamentos sobre o desempenho e a conduta da empresa. Além do feed-back, as vencedoras da categoria Gestão da Inovação tem recursos financeiros pré-aprovados, que variam entre R$ 300 e R$ 700 mil, para desenvolver projetos no Edital SENAI-SESI de Inovação. Os demais ganhadores recebem inscrição para participar de curso de Educação Executiva, com escola de negócios reconhecida internacionalmente.
Sebrae vai investir R$ 700 milhões em inovação para pequenas empresas
O novo presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Luiz Eduardo Barretto, prometeu investir R$ 700 milhões, em três anos, no programa de apoio tecnológico aos pequenos negócios, chamado de Sebraetec.
Rio de Janeiro lança edital de R$ 10 milhões para inovação na empresa
 
Edital Senai Sesi Inovação terá nova chamada em março
 
Leia balanço oficial do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação (PACTI) 2007-2010
 
Puras é a mais inovadora na Região Sul
 
Fundect abre quatro novos editais para pesquisa
 
GE abre suas portas para ideias inovadoras
Companhia organizou competição com empresas iniciantes para selecionar projetos que possam ajudá-la a desenvolver novos produtos
Governo aprofundará integração com a indústria para inovação
 
BNDES receberá aporte de até R$ 55 bilhões
 
i3 abre processo seletivo para consultores em Inovação em Santa Catarina
 
Produção científica acelera, mas inovação patina no Brasil
Entre 2002 e 2007, número de publicações científicas saltou 110%, mas registro de patentes recuou 7%, segundo relatório divulgado pela Unesco
Lançamento da RIERJ - Rede de Inovação do Estado do Rio de Janeiro
Com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), o INEI montou a primeira Rede de Inovação do Estado do Rio de Janeiro – RIERJ. Esta Rede é constituída por Agentes de Inovação – representando os municípios do Estado de Rio de Janeiro.
Sebrae, CNI e MCT vão investir cerca de R$ 100 milhões na capacitação de empresários
 
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