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Empresas têm até 14 de julho para se inscrever no Start-Up Brasil

Startups selecionadas receberão até R$ 200 mil em bolsas de P&D para desenvolverem os projetos inovadores

Empresas nacionais e estrangeiras têm até o dia 14 de julho para se inscrever na chamada pública do programa Start-Up Brasil. As inscrições podem ser feitas pelo site do programa.

O Start-Up Brasil repassará até R$ 200 mil, no formato de bolsas de pesquisa e desenvolvimento, para cada empresa desenvolver os projetos apresentados. Esse valor será complementado pelas aceleradoras. A empresas selecionadas também contarão com diversos serviços, como mentoria, locação de espaço físico, capacitação e orientação jurídica.

“A nossa meta é selecionar, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [CNPq/MCTI] e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos [Apex-Brasil], 100 empresas até dezembro deste ano”, informa o chefe da Divisão de Inovação em Software e Serviços de Tecnologia da Informação da Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação (Sepin/MCTI), José Henrique Dieguez.

A chamada para a seleção das empresas nascentes de base tecnológica está dividida em duas rodadas. A primeira, que termina em 14 de julho, contemplará 50 startups, sendo ao menos 75% das vagas destinadas a empresas brasileiras e no máximo 25% a empresas internacionais.

A segunda fase também selecionará 50 startups nos mesmos moldes da primeira rodada. O cronograma terá início no próximo semestre e com data final de submissão de propostas definida para 15 de setembro.

Edital

A chamada pública deste ano apresenta diferenças em relação ao edital lançado em 2013. Desta vez, poderão se inscrever empresas com até quatro anos de constituição, a contar da data de emissão do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). No edital anterior, o prazo era de até três anos. Para facilitar a inscrição dos projetos, será fornecido um modelo de proposta que poderá ser preenchido on-line pelas interessadas.

O público-alvo também foi ampliado. “Empresas que adotam como soluções inovadoras em hardware também terão a possibilidade de participar”, afirmou Dieguez. Além disso, as modificações do edital incluem a ampliação das opções de aceleradoras por parte das startups. “Ampliamos o número de aceleradoras. Passou de nove para 12”, destacou.

Brasileiros residentes fora do País há mais de três anos também podem apresentar seus projetos para avaliação, classificando-os como startup internacional. Segundo Dieguez, as empresas que já participaram de processos de aceleração em qualquer uma das aceleradoras que compõem a iniciativa não estão habilitadas a participar.

De acordo com o chefe da Divisão de Inovação em Software e Serviços de Tecnologia da Informação, os projetos apresentados na área de educação têm sido mais frequentes a cada edição. “O que a gente vê é que desde a primeira edição os investidores estão procurando projetos ligados a área da educação. Isso é reflexo dos resultados de recentes fusões e aquisições de empresas no setor, bem como bons resultados na valorização destas empresas no mercado de ações”, afirmou.

Cronograma

Após o encerramento das inscrições os projetos serão avaliados por uma banca composta por representantes de universidades, pesquisadores, integrantes do governo e representantes do setor privado.

Com a divulgação dos resultados e o anúncio das startups selecionadas, começa a fase de relacionamento e negociação entre os empreendedores e as aceleradoras. Nesta etapa as partes negociam de maneira livre quem será parceiro no desenvolvimento do negócio. Em seguida, inicia-se o processo de aceleração e liberação dos recursos.

Fonte: 
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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